Saúde

Como reduzir o no-show em clínicas

Falta não é aleatória. Existe padrão por horário, especialidade, convênio e intervalo até a consulta, e é nele que a agenda é recuperada.

  • Qual a nossa taxa real de no-show?
  • Que horário e especialidade mais faltam?
  • Quais consultas têm risco alto?
  • Onde o encaixe compensa?
O que é

Como reduzir o no-show em clínicas

O no-show custa duas vezes: a receita da vaga perdida e o paciente que não conseguiu marcar porque a agenda estava cheia. Confirmar por confirmar trata o sintoma e satura o paciente, sem tocar na causa.

A análise mostra quais agendamentos têm risco alto de falta e por quê. Com isso, a confirmação vira ação dirigida e o encaixe, quando faz sentido, passa a ser calculado em vez de estimado no olho.

Como funciona

Do dado bruto à decisão, em etapas claras

Cada etapa se apoia na anterior, para que o resultado chegue com origem rastreável.

01

Diagnóstico

Medição da taxa de falta por horário, especialidade, convênio e canal.

02

Padrões

Identificação dos fatores que mais explicam a ausência.

03

Risco

Classificação dos agendamentos com maior chance de falta.

04

Ação

Rotina de confirmação dirigida e política de encaixe.

O que você recebe

Entregas do projeto

O que sai do trabalho, pronto para usar na decisão do dia a dia.

01

Diagnóstico de no-show

A taxa real por horário, especialidade e convênio.

02

Score de risco por agendamento

Quem tende a faltar, antes do dia da consulta.

03

Intervalo ideal de agendamento

Quanto tempo até a consulta aumenta a falta.

04

Política de confirmação

Esforço concentrado onde o risco é alto.

05

Indicador de aproveitamento

Quanto da agenda vira atendimento de fato.

06

Painel de acompanhamento

Evolução da falta e efeito das ações.

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As análises e os dashboards deste projeto chegam em um ambiente próprio, com a identidade da sua empresa, acesso controlado por pessoa e segurança de origem.

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Perguntas frequentes

Dúvidas sobre Redução de no-show

Qual taxa de no-show é aceitável?

Depende do perfil da clínica, do convênio e da especialidade. Por isso o trabalho começa medindo o seu número e comparando os seus próprios recortes, em vez de perseguir uma média de mercado.

Só mandar lembrete resolve?

Ajuda, mas atinge todo mundo igual e satura com o tempo. O ganho vem de saber qual agendamento tem risco alto e concentrar o esforço de confirmação nele.

Overbooking é recomendado?

Apenas com número. Quando a taxa de falta de um recorte é conhecida e estável, o encaixe calculado recupera receita sem estourar a sala de espera.

O dado não espera

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